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“O episódio Favreto faz parte da mais ousada artimanha dos petistas”, diz Paulo Chagas

Em entrevista ao Terça Livre, o general Paulo Chagas comentou sobre o episódio da “quase” soltura do ex-presidente condenado Luiz Inácio Lula da Silva, o Lula (PT), e seus desdobramentos.

Além disso, Chagas falou do aparelhamento dos poderes e da situação do Supremo Tribunal Federal (STF) nos dias atuais.

De acordo com o general, a decisão do desembargador Rogério Favreto para beneficiar Lula “faz parte da mais ousada artimanha dos petistas” causando a confusão jurídica no país.

“Envolveu, de forma satânica e coordenada, seus infiltrados no STF, Dias Toffoli e no TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) e Favreto”, complementou.

Paulo Chagas destaca que o STF “deu liberdade ao cafajeste de muitas caras e nenhum caráter, José Dirceu, e o segundo (Favreto), mas atabalhoado e burro, tentou enrolar o Brasil na falácia de um poder que nunca foi dele para soltar Lula da Silva, o Ali Babá tupiniquim, o ilusionista-mor, o maior de todos os ladrões”.

“Com essas duas lideranças a solta (caso ocorresse), colocadas a frente do exército do Stédile (MST), de um bando de inocentes úteis e do restante da canalha congressista que se amontoa debaixo das saias da aloirada irresponsável Narizinho Hoffmann (Gleisi Hoffman) e da analfabeta (Dilma) Roussseff, transformariam o país na baderna hipócrita da ovação `às vítimas inocentes do golpe e da condenação sem provas’”

O general salienta que – por trás da ação – houve a tentativa de espalhar movimentos pelo país, mobilizando os 20% “de ignorantes que pensam que representam a vontade nacional, fazendo a mentira e a falsidade parecerem verdades aos olhos do mundo, criando o impasse para o ‘reencarceramento’ dos apegados”. Por sorte, na visão de Chagas, tudo isso ficou apenas na cabeça dos que planejaram a confusão jurídica.

“Por que eles pensaram em tudo, menos na determinação de três juízes: Sérgio Moro, Gebran e Thompson Flores. Os grandes heróis do episódio, para desespero dos conspiradores. Como em Berlim, ainda há juízes no Brasil e, com eles, ainda há esperança de solução institucional, apesar do STF”.

Forças Armadas

Indagado sobre como via a situação das forças Forças Armadas dentro desse contexto, Paulo Chagas destaca que “os cães ladram. Os lobos observam em silêncio. Os primeiros não mordem. Os outros impõem-se com o olhar. A possibilidade de ataque sempre existe, é da natureza do lobo, quando e se o fará, só ele sabe…”.

Em relação ao processo eleitoral de 2018, como uma possibilidade de melhora para o que vem ocorrendo no país, o general diz que “se ainda acreditamos na democracia e em nós mesmos, temos que dar chance a ela e a nós. Não me permito rotular-me prematuramente de incompetente”. Chagas disputa o governo de Brasília (DF).

STF

O general Paulo Chagas também foi questionado sobre sua visão em relação ao STF. “A instituição STF tem histórico que honra o Brasil. Honra é algo que causa urticária aos desprovidos de caráter. Foram eles que indicaram, aprovaram e nomearam os comparsas que transformaram aquela corte em quadrilha. Assim como não há bem que sempre dure, não há mal que nunca acabe. Temos que dar mais uma chance ao processo legal chamado de eleição e acreditar na possibilidade de renovação da cara do Senado Federal, sabendo que esse é o caminho mais longo e mais trabalhoso, mas o mais seguro para devolver a honra ao STF. É como eu penso…”

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