Paulo Cintura arrebenta o politicamente correto

Paulo Cintura 3


O Terça Livre teve a honra de receber nesta segunda-feira (27/1), com o fisioterapeuta e artista brasileiro, Paulo Cesar Rocha, conhecido como Paulo Cintura, para falar sobre carreira, saúde e política.

Paulo Cintura ganhou o coração do Brasil com as participações na Escolinha do Professor Raimundo entre 1990 e 1995. Com muito bom humor e uma energia contagiante, ele nos contou o início da carreira em 1980 no programa Energia Paulo Cintura, na rádio Antena 1, com muito rock’n roll. Ele nesta época começou com aquela que seria sua marca registrada: a criação dos bordões que o país inteiro acabava por repetir, como “Tome vergonha! Pare de fumar essa maconha! Vamos malhar! Vamos correr!” e “Pare de beber! Pare de fumar! Drogas nem pensar! Saúde é o que interessa!“.

Cintura empolgava os ouvintes e logo foi descoberto pela TV. Em 1982 e esteve à frente do programa BB Video Clip, na Record e não parou mais, nos anos seguintes fez novela, programa de educação física, filme, enfim, tudo que tem direito, passando pela Bandeirantes, Manchete, Globo, entre outras.

Tudo que eu falo na Escolinha, é o que eu faço.

Sobre a dedicação à saúde, Paulo foi certeiro: “não existe o personagem, eu sou a pessoa“. Explicando que aquilo que aparecia na TV e alcançava picos de audiência, era na verdade, ele mesmo.

O artista revelou jamais ter provado álcool e revelou sentir aversão tanto aos vícios quanto àquelas comidas que prejudicam saúde. Isto somado à dedicação constante ao esporte.

Issaaaa! Saúde é o que interessa e o resto não tem pressa!

Sobre o eterno bordão que conquistou o público da Escolinha do Professor Raimundo, Paulo afirmou: não é mais meu, agora é do Brasil.

Com entusiasmo peculiar nos contou a criação termo “ginástico ativo assistida“, uma modalidade própria, que fugia do padrão quase militar de ginástica, que lembrava dança e era incentivada com muita energia.

Minha aula em três meses tomou conta do Rio de Janeiro, em seis meses do Brasil inteiro“, contou.

Um lutador contra as drogas

Sobre as campanhas de legalização das drogas que a esquerda intenta dia e noite, o fisioterapeuta foi pra cima sem pena: “um lixo político e um lixo televisivo“.

Ele ressaltou o sofrimento das famílias e o dano incalculável à sociedade, entes que no final acabam por arcar com prejuízo dos milhares de jovens que embarcam no caminho errado.

As pessoas não tem a menor ideia do que é ter um filho viciado!“, exclamou.

Gestão Bolsonaro: contente com resultados apresentados

Indagado sobre o apoio ao presidente Jair Bolsonaro, Paulo apontou sucessos do governo que completou um ano de gestão em 2019, como as melhorias de saneamento no nordeste, na infraestrutura, a diminuição da violência na segurança pública e os investimentos atraídos para o Brasil com abertura de mercados internacionais.

Nostálgico, ele contou a aposta dele em Bolsonaro desde antes do mandatário pensar em se tornar candidato e relembrou histórias engraçadas que viveu.

Confira a entrevista completa

Sobre o Colunista

Ricardo Roveran

Ricardo Roveran

Estudante de artes, filosofia e ciências. Jornalista, crítico de arte e escritor. Escrevo por amor e nas horas vagas salvo o mundo.

Twitter: @RicardoRoveran

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