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Pesquisador trucida narrativa esquerdista do caso de mãe que reagiu a assalto

O especialista, pesquisador e escritor na área de Segurança Pública, Fabrício Rebelo, trucidou – em um artigo publicado nas redes sociais – a narrativa esquerdista sobre o caso da mãe que reagiu a um assalto e matou o criminoso.

O caso tem repercutido no país e, mais uma vez, se coloca em xeque a legítima defesa e o direito do cidadão ao porte de arma. Rebelo separou as falsas premissas levantadas pela turba da esquerda e rebateu uma a uma.

Para o especialista, o discurso da grande mídia é recheado de “bobagens ditas desde sábado”, quando ocorreu o episódio.

O primeiro ponto que Rabelo ataca é o discurso de que a mãe – que é policial – “colocou em risco as outras mães e as crianças ao reagir”. “Quem expôs todos ao risco foi o criminoso, que optou pela investida naquela situação, de arma em punho, apontado para mulheres e crianças. A policial eliminou o risco, ao repelir a injusta agressão”.

Rabelo também explica que é falsa a noção de que a reação só deu certa porque era uma policial treinada. “Só que não entende patavina de armas, na esmagadora maioria por pavor de um dia precisar delas para defender a própria vida, cria essa fantasia de que reagir é um ato que demanda enorme treinamento. Os disparos da ocorrência foram feitos a menos de 5m, distância na qual a margem de erro é mínima e qualquer pessoa com o mínimo de capacitação para o manuseio de armas de fogo acertaria seu alvo – lembram da vovó de Caxias do Sul?”, explana.

Ele ainda ressalta que, grande parte dos policiais, hoje em dia, “não tem um treinamento de disparo real sequer minimamente satisfatório, muitos não deram nem 100 tiros na vida, coisa que um civil praticante de tiro, seja por esporte ou lazer em academias, faz em uma manhã fraca”.

Autor do livro Articulando em Segurança, Fabrício Rebelo condena quem diz que a ação da policial foi errada e que deveria ter se dado apenas um tiro e esperar pelo reforço. “Essa (afirmação), aliás, mereceria o rótulo de “piada”. Precisa não fazer ideia do que está dizendo e gostar muito de passar vergonha para soltar tamanha asneira. A legítima defesa é empreendia até o momento em que a agressão cessa, o que, no caso sob análise, somente se dá quando o bandido cai e solta a arma. A policial, nesse aspecto, foi perfeita. Reagiu, eliminou a ameaça, se protegeu atrás do carro e, em seguida, voltou para o desfecho da situação, sem mais qualquer agressão àquele”.

Por fim, ele lembra que “não se comemora a morte do bandido”. “A sociedade de bem (conceito que o progressismo abomina) está comemorando a corajosa ação de uma policial que evitou injustas agressões físicas ou patrimoniais às vítimas. O bandido morrer é detalhe secundário da ocorrência, até porque, quando o fato começou a repercutir e ser festejado, sequer se sabia que ele havia falecido”.

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4 Comentários

  1. Graças a Deus o assassino está sentado no colo do capeta e nunca mais vai matar ninguém. Parabéns à corajosa policial e mãe heroína. Quem poupa o lobo sacrifica as ovelhas. Que Bolsonaro seja eleito e que todos os militares da reserva candidatos sejam eleitos também para pôr um fim ao avanço comunista.

  2. A policial agiu de forma cirúrgica e neutralizou um criminoso que no momento mostrava ser um risco a todos os que estavam no local. É muito triste ver um ser humano adentrar à uma vida violenta e no qual causa muitos danos a sociedade, porem o mesmo escolheu seu caminho que o levou a um fim trágico. A policial merece ser respeitada por essa reação bem sucedida, precisamos sempre separar o joio do trigo e a policial agiu como a sua profissão determina.

  3. Somente pela necessidade da polícial se defender após ter atirado no bandido, demonstra o risco que as demais mães e crianças foram submetidas, por sorte, nada aconteceu, mas, as possibilidades de um trágico desfecho era enorme…outro fato intriga no texto é a palavra “esquerdista” como se essa fosse uma questão política, o assunto é sobre segurança e para isso existe a estatística, números que mostram para onde aponta a bússola. Os pais

  4. Bandido bom é bandido morto mesmo… Essa policial não salvou apenas esses que estavam ali, e sim todas as possíveis vitimas futuras desse vagabundo. Menos uma para perturbar a paz das pessoas de bem.

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