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Petrobras inicia produção no campo de Berbigão, na Bacia de Santos

 


A Plataforma P-68 iniciou nesta quinta-feira (14) a produção de petróleo e gás natural do campo de Berbigão, na camada do pré-sal da Bacia de Santos. De acordo com a Petrobras, A P-68 é a quarta unidade a entrar em operação neste ano, depois da P-67, no campo de Lula, e da P-76 e s P-77, no campo de Búzios, em linha com o Plano de Negócios e Gestão da empresa.

Com capacidade para processar diariamente até 150 mil barris de óleo e comprimir até 6 milhões de metros cúbicos (m³) de gás natural, a P-68 contribuirá para o crescimento da produção da Petrobras, principalmente em 2020, com a interligação de novos poços do campo de Berbigão e com a interligação de poços do campo de Sururu.

A plataforma, do tipo FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo e gás), está localizada a aproximadamente 230 quilômetros da costa do estado do Rio de Janeiro, em profundidade de água de 2.280 metros. O projeto prevê a interligação de 10 poços produtores e sete poços injetores à P-68. O escoamento da produção de petróleo será feito por navios aliviadores, enquanto a produção de gás será escoada pelas rotas de gasodutos do pré-sal.

A companhia informou que os campos de Berbigão e Sururu estão localizados na concessão BM-S-11A, operada pela Petrobras (42,5%) em parceria com a Shell Brasil Petróleo Ltda. (25%), Total E&P do Brasil Ltda. (22,5%) e a Petrogal Brasil S.A. (10%). Os reservatórios desses campos também se estendem para áreas sob contrato de cessão onerosa (100% Petrobras) e, após o processo de unitização, constituirão as jazidas compartilhadas de Berbigão e Sururu.

Com informações Agência Brasil

Sobre o Colunista

Bruna de Pieri

Bruna de Pieri

Jornalista e católica.

1 Comentário

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  • A quem se indagou:

    A Petrobras formalizou nesta quarta-feira (aproximadamente 29/12/2010) a comercialidade de dois grandes campos de petróleo e gás situados no fundo do oceano Atlântico e batizou um deles, o antigo campo de Tupi, com ao menos 5 bilhões de barris de petróleo recuperáveis, de “Lula”.

    A mudança de nome do campo de Tupi foi uma homenagem da estatal ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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