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“Pode correr sangue”, afirma caminhoneiro

 


O presidente da Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros), José da Fonseca Lopes, afirmou nesta sexta-feira (25) que o acordo firmado por outras entidades com o governo não conseguirá acabar com a paralisação e que “pode correr sangue”, a depender do emprego das forças armadas.

“Pode parar [a paralisação] se vier uma força policial muito forte para cima. […] Ninguém vai conseguir tirar o caminhoneiro. Vai correr sangue nisso aí”, disse à Folha de S. Paulo.

Questionado sobre a informação de que o governo pretende usar as Forças Armadas para liberar estradas se caminhoneiros não cederem, Fonseca disse que será “uma aberração”

O movimento, subestimado pelo governo, está ‘contaminando’ a população e se espalhando por todo país.

Informações: Folha de S. Paulo

Sobre o Colunista

Redação TL

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4 Comentários

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  • Já já os caminhoneiros perderão o apoio popular, com o agravamento do desabastecimento de produtos de primeira necessidade…

  • Acho muito perigoso este discurso de “pode correr sangue”, pois violência no Brasil sempre fora bem reprimida pelas forças de segurança, basta relembrar os “anos de chumbo”. Entretanto, vemos também que diversos setores da sociedade estão já aderindo a manifestações diversas contra o governo e contra status quo reinante, recheado de corrupção, economia recessiva e omissão das autoridades.

  • Agora, se fôssemos de sangue árabe, do tipo sírio, a coisa ja tinha ficado feia.

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Católica, produtora, doutora em artes da cena, professora e aikidoista.

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Políbio Braga é um jornalista e escritor brasileiro. Nascido em S...