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Popularidade do presidente da Argentina despenca após duras restrições na pandemia

 


Em decorrência da crise do novo coronavírus e as duras medidas impostas aos cidadãos argentinos, o presidente peronista Alberto Fernández perdeu capital político e tem queda em sua popularidade.

As estratégias econômicas de governo de congelar preços, além do rigoroso isolamento social, contribuem para que a imagem negativa do presidente alcance hoje 43,3%, superando dessa forma os 40,6% de índice positivo e 15,5% de neutro, conforme pesquisa da consultoria Synopsis.

Entre os países da América Latina, a Argentina obteve a quarentena mais prolongada, — no início da pandemia, 80% da população aprovou o confinamento.

Entretanto, no mês passado, movimentos tomaram as ruas para protestar contra a reforma do Judiciário do governo federal.

Para a oposição, a medida beneficia a vice-presidente Cristina Kirchner, que carrega nas costas uma penca de processos.

Fernández também tem aplicado medidas intervencionistas no mercado que desagradaram ao empresariado e, sobretudo, à classe média.

Entre elas, a proposta para estatizar o quarto maior produtor de soja do país, a Vicentín, e a de congelar tarifas de serviços de televisão paga, internet e telefonia celular. Ainda, recentemente, taxar grandes fortunas.

Informações: Revista Oeste

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