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Radicais querem jogar o Brasil na Escuridão… Ameaçar a vida do Presidente é extrapolar todos os limites!

Ameaçar a integridade física e até mesmo a vida do Presidente da República é inadmissível.  O “baderna” e os “atos de terror” perpetrados em Brasília, São Paulo e Porto Alegre nesta terça, 13 de dezembro, mostram a “abissal” desconexão do Comandante do Exército para com os fatos reais que estão a pulular nas ruas do Brasil. O agravamento da violência sem uma resposta  dura e imediata, uma vez que as forças auxiliares, além de completamente despreparadas para esse tipo de enfrentamento, estão em parte, contaminadas. A reação das tropas estratégicas aquarteladas em Goiânia se impõe, sem nenhum “vacilo”.  Afinal,  os brasileiros pagam impostos  para que as FFAA estejam “em prontidão”  para garantir a Lei e a Ordem.

Os Comandantes Militares, disciplinados por formação e responsáveis por manter a tropa sob controle  não podem e não devem se “curvar”  à ordens de um Ministro sabidamente “comunista e populista“.  Raul Jugmann  jamais vai cogitar a possibilidade de enfrentar os movimentos sociais radicais de rua. Foi exatamente neste cenário que surgiu politicamente em Pernambuco.

Morte” a Michel Temer não é uma força de expressão “cunhada” por meninos irresponsáveis.  Ações dessa envergadura, sabemos nós,  são “urdidas” na calada da noite, nas profundezas de mentes doentes e, principalmente apoiadas por quem deseja jogar o país na “escuridão”.

Dizem o Estadão e Cláudio Humberto: “A opção pela violência das manifestações preocupam as autoridades e a opinião pública de uma maneira geral, porque introduz no País componente que raramente esteve presente em manifestações de rua, em geral pacíficas, desde os protestos de julho de 2013. Na ocasião, o surgimento de um grupo de mascarados autodenominados de “black blocs”, provocando conflitos com policiais, mostraram a progressiva opção pela violência.

Em Brasília, já pela manhã, a Polícia Militar havia apreendido impressionante quantidade de artefatos, incluindo porretes, barras de ferro, armas brancas, coquetéis molotov, rojões, bombas e até estilingues e verdadeiro arsenal de bolas de gude, utilizadas para atingir e ferir policiais. Também foram apreendidos exemplares do “Manual de Guerrilha Urbana”, de Carlos Maringhela, com instruções detalhadas para o enfrentamento com a polícia atos de invasão, depredações e vandalismo. Não por acaso, a Secretaria de Segurança do DF estuda o enquadramento dos presos, nas manifestações de ontem, na Lei Antiterrorismo sancionada pela então presidente Dilma Rousseff.

Ao final, oito policiais saíram feridos, ao contrário dos “manifestantes” profissionais que, aparentemente treinados para o conflito, escaparam ilesos. Apenas 72 foram detidos, dos cerca de 2 mil que invadiram Brasília para tiocar o terror.

O conteúdo é do estadão e Diário do Poder. A foto é de DIDA SAMPAIO

CristalVox

 

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2 Comentários

  1. Está passando da hora das forças armadas reprimirem esses atentados disfarçados de protestos. Se demorar, vai haver uma guerra civil brava no Brasil pois os cidadãos ordeiros e cumpridores das leis estão de saco cheio dessa palhaçada.

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