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Recomposição do acervo do Museu Nacional terá ajuda do governo da Espanha

Governo francês também ofereceu ajuda ao Brasil

O governo espanhol irá ajudar o Brasil na recomposição do acervo do Museu Nacional do Rio de Janeiro, segundo o ministro da Cultura e Esporte da Espanha, José Guirao Cabrera, que é ex-diretor do Museu Nacional de Arte Reina Sofía, um dos mais importantes da Espanha.

De acordo com o ministro, a Espanha tem documentos históricos que estão em seus museus, “às vezes, até fora de exposição, que devem ser relevantes ao Brasil“. O anúncio foi feito durante encontro com o ministro da Educação, Rossieli Soares, em Madri.

Em reconhecimento a essa história, a Espanha ajudará o Brasil na recomposição do acervo ao Museu Nacional”, disse Cabrera, segundo nota divulgada pelo Ministério da Educação (MEC).

Além de ajudar na recomposição do acervo, Cabrera também afirmou que disponibilizará especialistas da área de museus para apoiar o Brasil na reconstrução do prédio histórico. Rossieli disse que irá identificar os tipos de especialistas necessários e, em seguida, comunicará o Ministério da Cultura da Espanha.

Nesta semana, o governo francês também ofereceu ajuda ao Brasil e disse que enviará quatro especialistas na área de museus ao Rio de Janeiro.

Museu Nacional

Após o incêndio ocorrido no dia 2, a reconstrução do Museu Nacional no Rio de Janeiro será feita em quatro etapas, incluindo a possibilidade de cessão de um terreno próximo ao local para que as atividades acadêmicas sejam mantidas.

A primeira etapa será dedicada à realização de intervenções emergenciais, como instalação de um toldo, escoramento de paredes, levantamento da estrutura, inventário do acervo e separação do que é possível encontrar nos escombros.

A segunda etapa depende da conclusão da perícia da Polícia Federal no local. Depois de realizada, será contratado um projeto básico e, com base nele, será implementado o projeto executivo da reconstrução do museu.

A terceira etapa é a da reconstrução. A ideia é usar a lei federal de incentivo à cultura, a Lei Rouanet. A quarta fase poderá ocorrer em paralelo com a obra de construção. É a de recomposição do acervo. O governo pretende fazer uma campanha internacional para a doação e aquisição de acervos para o Museu Nacional.

Fonte: Agência Brasil

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5 Comentários

  1. Daí a gente põe de volta aos cuidados do PSOL, eles queimam tudo de novo e fica por isso mesmo, sem um único pedido sequer de improbidade administrativa contra o reitor que foi negligente (para ser educado) contra o patrimônio nacional.

  2. O Carlos afirmou o que eu vim escrever.

    Não adianta nada enquanto esse reitor e vice forem PSol.
    É muito estranho. Cidinha Campos (Dep. Est. do Rio) disse abertamente ter digital do PSoL e eles nem se ofendem…

    Um prejuízo HISTÓRICO IRREPARÁVEL. Corpo de bombeiros afirmando com todas as letras sob a impossibilidade de ter sido espontâneo e absolutamente NADA acontece.

    DÁ NOJO! Não dá mais para irmos com educação. Essa gente é maligna!!!!

  3. Recomendo veementemente ao governo da Espanha e França a não nos confiar relíquia histórica nenhuma!!!!

    O brasileiro não tem responsabilidade de cuidar de duas tartarugas numa praça em um dia de sol sem deixar que uma fuja…
    CADEIA E CASSAÇÃO PARA PT, PSOL PSTU e PCdoB!!!!!!

  4. Pr falar no caPeTa, Haddad, presidenciável pelo PT, foi usar o verbo CASSAR, aplicável aos mandatos, e escreveu CAÇAR.
    Não era corretor ortográfico, foi de próprio punho!!!
    Haddad, dizem os diplomas, é MESTRADO e DOUTORADO… Eu não acredito.

    Precisa desenhar??????????????

  5. Isso é um perigo, já pode ser o plano de reescrita da história funcionando a todo vapor, e ‘reconstruírem’ tudo de forma bem diferente do que era antes.

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