Recursos do fundo eleitoral para o PT causa divergências no partido



Que os petistas adoram dinheiro público não é novidade. Todavia, novo mesmo dentro do Partido dos Trabalhadores (PT) é o fato de até o rateio do fundo eleitoral causa divergências entre os filiados da legenda que pretendem ser candidatos.

Com direito a R$ 210 milhões, o PT assumiu – em resolução aprovada na semana passada – que o recurso é pouco e precisa ser distribuído para as eleições vindouras com critérios. A preocupação da legenda é gastar com a eleição presidencial, ainda que o ex-presidente condenado Lula não seja candidato, e com postulantes ao cargo de deputado federal.

Os candidatos a governo e deputados estaduais ficam para as sobras do recurso. Isto causou um mal-estar entre os pré-candidatos. É que o PT precisa manter deputados federais para poder buscar uma sobrevida pós-crise. Para isso precisará de tempo de televisão, recursos do fundo partidário e eleitoral. Tudo isso é “rateado” conforme o número de deputados federais eleitos.

O PT não quer perder espaços no Congresso Nacional. Sabe que se isso acontecer pode ser o caminho para reduzir o partido a uma sigla nanica.

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Guilherme Galvão VillaniGuilherme Galvão Villani

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Católica, produtora, doutora em artes da cena, professora e aikidoista.

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Advogado, professor de Direito Constitucional e Eleitoral para concu...

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