Responsável por The Intercept é filiado ao PSOL



O site The Intercept tornou-se conhecido nas últimas semanas por publicar matérias que buscavam invalidar o julgamento de Lula, alegando conluio entre a justiça brasileira e o Ministério Público Federal. As matérias foram classificadas por Sérgio Moro, então juiz federal e atual Ministro da Justiça, como “um balão vazio, cheio de nada“.

Moro, depois de publicar seu agradecimento ao Presidente Bolsonaro pela oportunidade de trabalhar no Ministério da Justiça, disse que “Hackers, criminosos ou editores maliciosos não alterarão essas verdades fundamentais“. Tudo indica que o recado do ministro é devido à matéria do jornalista Oswaldo Eustáquio que está no site Renews. “Sem saber que estava sendo gravado, o editor-chefe do site The Intercept Brasil, Leandro Demori admitiu que ao menos uma reportagem comandada por Gleen Greenwald teve seus diálogos adulterados. Na verdade não apenas os diálogos, mas tudo, segundo ele”, informa Eustáquio.

Além de adulterar áudios e mensagens, o site The Intercept é um laranjal do PSOL. Difícil é não encontrar quem no site não é filiado ao PSOL. Nem mesmo Diogo José da Silva Flora, responsável pelo site no Brasil e membro da Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ, é uma exceção. O número de sua filiação partidária é 127556960361 e pode ser visto no site do TSE ou Filia Web.

Sobre o Colunista

Allan Dos Santos

Allan Dos Santos

Pai, empresário, jornalista e apresentador do Boletim da Manhã no canal Terça Livre TV.

26 Comentários

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  • O tal Pedro aí embaixo esqueceu-se que o Eduardo Cunha foi preso pelo Moro? Esqueceu-se que um juiz de primeira instância não pode julgar um lá pessoa com foro privilegiado? Eu não acho que tenha amnésia, acho que é mal-carater mesmo…

  • Ixxi esse Pedro está defecando pela boca… Olha quantas pessoas de vários partidos sendo presos pela operação.. Sai da bolha criatura..

  • Aproveita Pedro que tu estás em um site decente e com muita informação relevante e usa teu cérebro para ler e se informar e sair dessa bolha, pois se tu continuar nessa vibe logo logo tu vai cair de 4 e sair pastando, não falta muito .

  • Fingir que o Aécio não tinha foro privilegiado e que por conta disso o Moro não tinha como tocar nele não cola…

    Tanto que tentaram arrumar um foro privilegiado para o Lula, também, para que ele pudesse escapar.

  • Por favor, não respondam a essas “antas” de esquerda, com todo respeito às antas. É como querer ensinar boas maneiras alimentares em tribo de antropófagos!!

  • Os esquerdopatas não aceitam a VERDADE, por isso vem aqui xingar o Allan e MENTIR como fazem de costume.

    é esquerdopatas o Verdevaldo está desmascarado sinto muito, mas tentem outra vez rsrs..

  • Não resta nenhuma dúvida sobre os interesses do IntercePT… É uma piada de mau gosto. Material do IntercePT é risível. Uma farsa completa. Mesmo com todo o alarde, percebe-se qual era o objetivo principal. Justiça neles!!!

  • Sujeito é filiado a muito tempo, desde 10/11/2010, faltou a matéria informar qual estado ele é filiado, para facilitar a confirmação pelos leitores, parabéns pela matéria.

  • O Psol nada mais é do que uma mutação do velho esquerdismo brasileiro, que caracteriza-se por ser muito mais perverso, sínico, nefasto e brutal, a começar pela sua política de desconstrução da cultura e dos valores judaico-cristão. Por isso é imperioso que esse partido e sua ideologia desconstrutiva, sejam constantemente desmascarados para a sociedade brasileira, a fim de que sejam relegados a falência e ao esquecimento.

  • Parabéns Allan pelo Terça Livre, em nos proporcionar informações e notícias honestas e verdadeiras, jornalismo de verdade.
    Os acostumados e ou doutrinados com as meias verdades e mentiras da grande mídia, fomentadas pelos governos de esquerda, ainda
    não aceitaram que a verdade sempre triunfará.

  • Meu amor. O gleen é marido do david miranda do psol. Eles tem lado. E você? Foram buscar um cara nos cafundos do judas para massacrar e não olham o esposo do glenn. Você é muito burro.

  • Tiraram os links do ar depois que o terça livre mostrou que o responsável pelo site intercePT é filiado ao PSOL. Pesquisem pelo google o nome e o numero de filiação e abram a página “em cache”

  • Imperialismo gay: gayzificando o mundo pelo capital

    Jonathan McCormack
    Fonte: http://www.theagonist.org/essays/2019/04/15/essays-mccormack-queering-the-world-for-capital.html

    Há — os políticos nos dizem, com os olhos cheios d’água — povos primitivos que ainda estão engatinhando, sem as bênçãos dos nossos valores sexuais ocidentais e esclarecidos. O presidente Trump, assim, prometeu civilizar essas terras atrasadas, travando uma guerra contra a criminalização da homossexualidade. Seu anúncio foi realizado logo após a notícia de que o governo iraniano havia enforcado um homem de 31 anos, considerado culpado pelo sequestro e estupro de dois garotos de 15 anos de idade. Uma vez que toda sodomia é ilegal por lá, muitas agências de notícias incluíram o pedófilo entre a minoria LGBT perseguida no Irã. Nesse caso, é provável que o governo Trump esteja usando os direitos dos homossexuais como pretexto para ganhar influência sobre o Irã. Afinal, a diferença entre um ato de agressão e um de emancipação está apenas no adesivo de arco-íris. No entanto, os direitos globais LGBT inserem-se em um projeto maior. Mobilizar toda uma campanha mundial em nome de uma subdivisão relativamente pequena da população pode parecer extravante, mas há uma lógica colonial em curso aqui. A liberdade sexual é meramente o preâmbulo da maior libertação: a do capital.

    Gênero, como nos dizem, é uma construção social. Certamente há alguma verdade nisso. Segue-se, então, que diferentes arranjos sociais afetarão uma variedade de identidades sexuais. O próprio Foucault, queridinho da esquerda [liberal], documentou a construção da identidade homossexual moderna, nascida, segundo ele, no século XIX, em meio à medicalização da sexualidade. Nessa época, concluiu, a sodomia deixou de ser considerada um ato e passou a fazer parte da essência mais íntima da personalidade de alguém.

    Sem dúvida, existem indivíduos, no Oriente Médio e em outros lugares, que se envolvem em sodomia, mas — inexplicavelmente — isso não significa que eles construam identidades em torno desses atos — e, se constroem, certamente não o fazem da mesma maneira que os ocidentais. O Ocidente está exportando suas próprias noções culturalmente determinadas de sexualidade, enquanto arrogantemente presume sua universalidade. É uma homossexualidade de estilo euro-americano que tem pouco a ver com identidades sexuais estrangeiras. E, como Edward Said nos lembra, “imperialismo é exportação de identidade”.

    O homem europeu, em algum sonho febril rousseauniano, imagina um homem universal abstraído da história, o sujeito puro. E cá está! Ele se encaixa nos moldes de um cosmopolita branco, de classe média e do século 21 — l’homme naturel, primitivo, sem civilização, grunhindo no deserto — ouvindo a NPR [National Public Radio] e lendo o Washington Post.

    Um membro da Universidade de Columbia, Joseph Massad, professor de Política Árabe Moderna e História Intelectual, reiterou isso há anos em seu trabalho. Com um fanatismo que supera a Igreja Católica, Massad diz que a pressão pelos direitos dos homossexuais é o resultado de uma campanha “missionária” orquestrada pelo que ele chama de “Internacional Gay”. Em seu livro Desiring Arabs, ele escreve: “É o próprio discurso da Internacional Gay que produz homossexuais, assim como gays e lésbicas onde eles não existem”. Ele enfatiza que “é a publicidade de identidades sócio-sexuais, em vez dos próprios atos sexuais, que provocam a repressão” e que, ao forçar os árabes que praticam sexo homossexual a se tornarem públicos, a “Internacional Gay está destruindo as configurações sociais e sexuais do desejo com o interesse de reproduzir um mundo à sua própria imagem.

    Embora concerna ao mundo árabe, a análise de Massad é aplicável a outros países. Na Rússia, por exemplo, os bares gays operam abertamente, sem serem perturbados. Paradas gays, no entanto, são proibidas. Não é a homossexualidade em si mesma, mas sua intrusão na vida pública que os russos consideram objetável.

    O negócio de emancipação gay global começou oficialmente com o presidente Obama fazendo dos direitos LGBT a pedra angular de sua política externa. Mais de US$ 41 milhões foram para o ‘complexo industrial do glitter’, juntos a uma porção de US$ 700 milhões destinados a grupos marginalizados para apoiar comunidades e causas homossexuais em todo o mundo. Uma quantia substancial foi destinada à crise na África Subsaariana, aparentemente com necessidade urgente de paradas de orgulho gay. Para outros desconfortos menores — fome, altas taxas de mortalidade infantil, AIDS, pobreza assombrosa e assim por diante — Obama usou estrategicamente a ameaça de interromper a assistência ao desenvolvimento como uma arma para intimidar e forçar os estados africanos a descriminalizar a homossexualidade. Depois que o presidente de Uganda assinou uma dura lei antigay, por exemplo, o governo Obama rapidamente anunciou que o dinheiro da ajuda seria cortado ou redirecionado

    Concomitantemente, o Banco Mundial anunciou que estava adiando um empréstimo de US$ 90 milhões para a Uganda, alegando que a lei afetaria adversamente os programas de saúde que o empréstimo deveria apoiar. Uma posição intrigante para um banco. Eles justificaram a decisão afirmando que “quando as sociedades promulgam leis que impedem que as pessoas produtivas participem plenamente da força de trabalho, as economias sofrem”. A lei de Uganda não impediria ninguém de trabalhar, desde que não se exigisse trabalho envolvendo sodomia.

    Isso faz parte de um padrão de subversão da soberania nacional, em nome do que o Papa Francisco chamou de “colonização ideológica”. Não é de admirar que grande parte do Terceiro Mundo considere a imposição de valores sexuais estrangeiros como mais um exemplo de supremacia branca. Na revista The African Holocaust Society, um grupo de estudiosos africanos argumenta que os direitos LGBT são “a porta de entrada para o controle político ocidental sobre nações soberanas (Uganda etc.) e, mais importante, uma ameaça à nossa gente e à forma como escolhemos determinar, como agentes livres, a nossa realidade africana”.

    Em conjunto com as pressões políticas, as corporações têm contribuído incrivelmente para exaltar as dádivas da sodomia. Pode-se argumentar que elas estão simplesmente lucrando com a moda, mas estudos mostraram que há pouca evidência de que as iniciativas de responsabilidade social necessariamente resultem em resultados positivos para as empresas.

    A verdade é que os direitos dos homossexuais têm sido agressivamente buscados e defendidos pelas grandes empresas. Centenas de empresas globais, em uma estranha reversão de sua habitual neutralidade social, vieram assinar amicus briefs para defender o casamento entre pessoas do mesmo sexo em Obergefell.

    De acordo com os dados do Funders for LGBTQ Issues, as doações corporativas respondem por uma parcela considerável do total de doações LGBTQ. Em 2016, esse apoio totalizou US $ 20,4 milhões. Mais de 500 fundações e agências governamentais contribuíram com um total de US $ 524 milhões para as causas LGBT em 2015 e 2016, quase um quarto a mais do que no período anterior de dois anos.

    Rapazes generosos, esses CEOs.

    E pode-se perguntar por que exatamente republicanos bilionários, como o principal doador do Partido Republicano, Paul Singer, estão doando milhões para ativistas gays. Singer, aliás, afirma a BBC, “praticamente inventou fundos abutres”. O financiamento abutre, como descreve o Guardian, acontece quando o país “está em um estado de caos. Quando o país se estabilizou, os fundos abutres voltam a exigir milhões de dólares em pagamentos de juros e taxas sobre a dívida original”.

    Aqui nos aproximamos da verdade. Os avanços de mudança de sexo, impulsionados pela elite, fomentam indivíduos desnormados que se definem não pela família, nação, afiliação religiosa ou tradição, mas pela autocriação, de acordo com a vontade individual liberada. Com essa base de trabalho, as corporações podem então ganhar o controle da população ditando e manipulando identidades multiformes baseadas em nada mais que apetites atomizados de quaisquer redes culturais maiores.

    O objetivo não é criar mais pessoas gays. O casamento entre pessoas do mesmo sexo tem importância simbólica; sua vitória na praça pública valida todas as outras relações sexuais liberadas de restrições familiares e de gravidez. Controlar a gramática simbólica da sociedade é um meio incrivelmente eficaz de alcançar o domínio. Os casais homossexuais são apenas a ponta de lança atual mobilizada na produção de novos ideais normativos.

    A respeito da função social do Eros libertador, Zygmunt Bauman escreveu que

    A grande maioria das pessoas, tanto homens como mulheres, integra-se hoje através da sedução em vez de policiamento, da publicidade em vez de doutrinação, da criação de necessidades em vez de regulamentação normativa.

    O erotismo flutuante é, portanto, eminentemente adequado para a tarefa de cuidar do tipo de identidade que, como todos os outros produtos culturais pós-modernos, é (nas palavras memoráveis de George Steiner) calculada para “impacto máximo e obsolescência instantânea.”

    É uma identidade feita sob medida para o livre mercado. O homocapitalismo global educa e depois exporta essas subjetividades revolucionárias para o exterior.

    Em seu famoso ensaio “Capitalismo e Identidade Gay”, o historiador John D’Emillo ilustra como a ascensão do trabalho assalariado e da produção de mercadorias destruiu famílias autossuficientes, enfraqueceu as relações de parentesco e produziu o indivíduo moderno — sem vínculos fortes, história ou comunidade, com o sexo divorciado da função social. Uma vez livres da família como fonte de renda, os indivíduos podiam fugir para o anonimato das grandes cidades, onde novas normas sociais, não dependentes da organização familiar, permitiam o florescimento de identidades homossexuais distintas. O desejo sexual foi então abstraído das obrigações sociais inerentes à criação dos filhos, e o desejo homossexual poderia funcionar como o fator decisivo da identidade de alguém.

    A homossexualidade é compatível com a ascensão do capitalismo. Os países que são na verdade socialistas estão aquém de todas as medidas de liberdade política, liberdades civis, liberdade pessoal e direitos LGBT.

    Em nome da liberdade individual, os laços sociais são dissolvidos no ácido da lógica impulsionada pelo mercado (escolha expandida do consumidor, descartabilidade e permutabilidade de objetos, concorrência impiedosa) e aplicada às relações humanas. Volker Woltersdorff, escrevendo para o Institute for Queer Theory em Berlin, conclui: “A dessolidariedade social é a precondição histórica do reconhecimento pelo Estado de alguns modos de vida não heterossexuais”.

    Além do mais, isso requer um apoio estatal enorme, pois o governo pequeno é incompatível com a “homossexualidade oficial”. Vemos no Ocidente como as agências governamentais tecnocráticas em constante expansão substituíram as instituições intermediárias antiquadas como a Igreja e a família, que costumavam supervisionar e restringir o discurso das normas. Para assegurar os meios de produção discursiva das identidades gays euro-americanas, é necessária uma intervenção institucional maciça.

    A estrutura familiar estável, baseada nas identidades sexuais tradicionais — na transmissão geração a geração do patrimônio, inserida em uma comunidade maior — deve ser desmembrada e reconstruída na imagem do Homem Homo-Neoliberal, de quem os homossexuais — sem filhos, determinados e autônomos — são o arquétipo ideal.

    Gundula Ludwig, que explora o nexo da ciência política e da teoria queer, descreve como as novas exigências pós-modernas do fluido de uma economia neoliberal afetam a formação de gênero:

    Imaginando um “estilo de vida homossexual” em que os sujeitos são flexíveis, dinâmicos e autodeterminados, configuram-se gays e lésbicas como modelos neoliberais…

    A diversificação e pluralização do que conta como uma forma “normal” ou “aceitável” de sexualidade, desejo, parceria ou família implica que os indivíduos e a população sejam governados de uma maneira que os ajude a integrar a governamentalidade neoliberal em suas práticas e comportamentos cotidianos.

    A flexibilização do aparato da sexualidade ajuda a produzir uma realidade social que pressupõe a existência da governamentalidade neoliberal.”

    O objetivo é substituir as subjetividades tradicionalmente constituídas, a fim de reconstituir as relações sociais maduras para a exploração neoliberal.

    Atualmente, na maioria das nações do Terceiro Mundo, o casamento gay é uma proposta ininteligível, mesmo para casais do mesmo sexo. Para eles, a autoridade para definir as relações sociais é recebida da tradição e da religião. A idéia de que se pode redefinir o que o casamento significa pressupõe um conjunto de ideologias ocidentais e práticas sociais que não têm lógica simbólica nesses lugares. Escrevendo na Enciclopédia da Religião Africana, Molefi Kete Asante, professor da Temple University, atesta que

    A filosofia africana em geral é que a vida e a reprodução da vida estão no cerne da sociedade humana. Homens e mulheres têm filhos que ritualizam seus pais e antepassados. No processo de construção da comunidade, a cultura africana não tem lugar, nenhuma categoria e nenhum conceito que possa acomodar a homossexualidade como um modo de vida, porque ela não se encaixa na visão segundo a qual os humanos deveriam reproduzir para serem lembrados por toda a eternidade.

    Ele prossegue afirmando: “Nada é mais importante do que o ciclo da vida desde o nascituro até os ancestrais; qualquer coisa que quebre esse ciclo, como a homossexualidade como um modo de vida, ameaça o cerne da sociedade e filosofia africanas”.

    O Ocidente deseja usurpar essa autoridade e entregá-la aos vastos mecanismos científicos e políticos que brotaram como ervas daninhas sufocantes em nossos próprios países.

    À luz da potencial perturbação dos modos ancestrais de vida, declarações chocantes como aquelas feitas recentemente por Kingsford Sumana Bagbin, o vice-presidente do parlamento de Gana, tornam-se compreensíveis. Para o apelo de Theresa May para reformar as leis anti-gay, Bagbin respondeu com desdém: “A homossexualidade é pior do que a bomba atômica”, disse ele, acrescentando que “não há como aceitá-la no meu país”.

    Essa estratégia para catalisar e reforçar a poluição sociocultural para a governança neoliberal é o que John Milbank chamou de “tirania biopolítica”. Em suas palavras,

    A troca e a reprodução heterossexual sempre foram a própria “gramática” da relação social como tal. O abandono dessa gramática implicaria, portanto, uma sociedade não mais constituída primariamente por parentesco ampliado, mas sim pelo controle estatal e simplesmente pela troca e reprodução monetárias.

    Por essa intoxicação, o Ocidente difunde seu próprio conjunto bastante particular de crenças, significados e prioridades sociais para os atos sexuais. Uma vez contratada, ela atacará os laços sociais até que se tornem anêmicos, quebrem e murchem. Organismos governamentais estrangeiros podem então rapidamente invadir, injetando forças de mercado implacáveis na cultura anfitriã.

    Instalar a lógica do casamento gay nas sociedades tradicionais, finalmente, significa criar um cosmos inteiramente novo, acessível ao governo neoliberal. Relacionamentos, estruturas econômicas, autocompreensão e até mesmo palavras devem passar por uma radical revalorização. Os novos mestres coloniais usam o chicote da ideologia para refazer o logos de um povo. De fato, o direito humano mais ameaçado, no final, pode ser o direito natural de uma cultura não ocidental.

  • Não existe judaico-cristianismo, nem civilização judaico-cristã:

    O embusteiro-mor e líder de seita brasileiro, Olavo de Carvalho, mais conhecido pela alcunha Sidi Muhammad nos círculos esquisotéricos do Brasil e do mundo, é fissurado pela noção de “valores judaico-cristãos”, “civilização judaico-cristã”, “judaico-cristianismo”.

    Ele não é o único. Este conceito é extremamente popular entre um grupo específico de pessoas, os neoconservadores, os quais em sua maioria são judeus sionistas ou cristãos neopentecostais sionistas, e estão ligados ao “Deep State” americano, que controla a sua política externa e seu setor de inteligência.

    Este conceito é ecumênico e está fundamentalmente distante da ortodoxia religiosa tanto do cristianismo, como do judaísmo. É um ecumenismo heterodoxo que visa a apagar a oposição primordial que há entre essas duas religiões, um ecumenismo que não é menos danoso, anti-Tradicional e globalista que aquele ecumenismo “New Age” mais comum entre as camadas liberais e progressistas da esquerda.

    Autoridades religiosas tradicionais das duas religiões estão cansadas de saber disso e rechaçam com veemência esse invencionismo neocon. O rabino ortodoxo Eliezer Berkovits, por exemplo, diz que: “O judaísmo é judaísmo porque rejeita o cristianismo, e o cristianismo é cristianismo porque rejeita o judaísmo”.

    Isso é algo fundamentalmente evidente para quem conhece a história das duas religiões, e esse ecumenismo perverso e globalista seria algo impensável para os principais teólogos das duas religiões ao longo de sua história.

    De modo geral, porém, ainda que as autoridades religiosas mais ortodoxas do judaísmo insistam no rechaço a essa tosquice pseudo-filosófica, não obstante uma grande parcela do sionismo alimenta essa fraude porque ela é politicamente vantajosa. Falar em “judaico-cristianismo” e vender esse peixe de uma “civilização judaico-cristã”, serve como uma tentativa de manipulação dos cristãos ao redor do mundo, para que acreditem que seu destino está indissociavelmente ligado aos interesses judaicos e que as duas comunidades religiosas são irmãs.

    Nesse sentido, qualquer um que faça coro a essa propaganda pérfida e carente de fundamentos deve ser denunciado abertamente como um neocon lacaio dos interesses sionistas, tal como o Olavo de Carvalho é, conscientemente, e sempre foi.

    Não há que se falar, repetimos, nem mesmo em “civilização judaico-cristã”, porque tal coisa não existe. O antigo povo hebreu e o moderno povo judeu são duas coisas distintas e entre os dois há imensos abismos, causados pelas diásporas, pela mistura com outros povos, por transformações culturais e pelo fato indiscutível de que o judaísmo não é herdeiro direto da religião javista dos antigos hebreus, tão somente da seita farisaica.

    Nesse sentido, o judaísmo já surge como algo que pertence à periferia da civilização europeia, fora dela, sendo incapaz de influenciá-la até a degeneração moderna dessa civilização, que culminou no nascimento do que se convencionou chamar de “civilização ocidental”. Nesse sentido, de fato, a civilização ocidental tem algo de “judaico”, como bem apontou Werner Sombart, mas ela não é cristã. O iluminismo fundacional dessa civilização nega o seu cristianismo.

    Por outro lado, o que havia antes disso, como civilização europeia ocidental, melhor deveria ser considerada como uma civilização greco-romano-católica, como uma civilização romano-germânica ou como uma civilização germano-católica, dependendo do esquema histórico que se deseje utilizar. E essa civilização não existe mais, recuou para as catacumbas, com o florescimento da civilização ocidental, iluminista, moderna.

    Portanto, falar em judaico-cristianismo, em civilização judaico-cristã, em valores judaico-cristãos é inventar um Frankestein teórico, trata-se de algo inexistente, que nunca existiu e que só poderia vir a existir pela imposição de um construto pseudo-teológico ecumênico pelos neocons globalistas.

    Os que duvidam disso fariam bem em ir às fontes primárias das duas religiões, lendo sobre as condenações aos judeus proferidas por Pais da Igreja e Doutores da Igreja como Crisóstomo, Eusébio, Justino Mártir, Orígenes, Jerônimo, Agostinho, Tomás de Aquino, bem como o que está escrito sobre Jesus, sua mãe e seus apóstolos nos Talmuds.

    Está exposta aqui a desonestidade de Olavo de Carvalho. Já vimos pessoas se referindo a ele como se estivesse louco, como se tivesse vacilado, ou coisa do tipo ao tratar desses temas. Não. Ele erra intencionalmente, porque essas e todas as outras mentiras que ele conta fazem parte de uma estratégica específica de manipulação mental coletiva a favor de um projeto político e geopolítico neocon.

    Mas Olavo nunca vencerá.

  • Será que estamos tão desarmados assim, a ponto de não termos dispositivos legais que confiram Justiça a uma agressão desse tipo, roubo de informação, difamação de autoridades e adulteração de informação? Tudo isso feito contra membros da Justiça e feito em favor a um bandido? Vergonha.

  • Defender a lavajto tudo bem, mas passar pano para juiz que esta se lixando para como a justiça deve ser conduzida com lisura, ai é complicado.
    Os fins não devem justificar os meios, isto ai é postura de esquerda.

  • Laranjal no PSOL?
    Não sei oq q tão esperando no MJ pra periciar logo os Cel de todos da lava jato e deixar claro que esses vazamento s são todos montados

  • Farsa é o juizeco, marreco, fascista, Moro que vai desmouronar com as revelações da vaza jato. Um falso herói que tentam proteger, mas que não passa de um mafioso de toga, que se utiliza das leis para garantir os seus interesses pessoais.

  • Esse Boulos e a quadrilha do PSOL são os melhores “clientes” para a reinauguração do DOPS e do DOI-CODI, com direito a bônus na salinha de massagem.

  • Esse sujeito o “Nova Resistencia” acabou de provar que as religiões africanas são tão conservadoras quanto aos dogmas contidos no Judaísmo e Cristianismo, através deste trecho

    “A filosofia africana em geral é que a vida e a reprodução da vida estão no cerne da sociedade humana. Homens e mulheres têm filhos que ritualizam seus pais e antepassados. No processo de construção da comunidade, a cultura africana não tem lugar, nenhuma categoria e nenhum conceito que possa acomodar a homossexualidade como um modo de vida, porque ela não se encaixa na visão segundo a qual os humanos deveriam reproduzir para serem lembrados por toda a eternidade.

    Ele prossegue afirmando: “Nada é mais importante do que o ciclo da vida desde o nascituro até os ancestrais; qualquer coisa que quebre esse ciclo, como a homossexualidade como um modo de vida, ameaça o cerne da sociedade e filosofia africanas”.

    O Ocidente deseja usurpar essa autoridade e entregá-la aos vastos mecanismos científicos e políticos que brotaram como ervas daninhas sufocantes em nossos próprios países.

    À luz da potencial perturbação dos modos ancestrais de vida, declarações chocantes como aquelas feitas recentemente por Kingsford Sumana Bagbin, o vice-presidente do parlamento de Gana, tornam-se compreensíveis. Para o apelo de Theresa May para reformar as leis anti-gay, Bagbin respondeu com desdém: “A homossexualidade é pior do que a bomba atômica”, disse ele, acrescentando que “não há como aceitá-la no meu país”.”

    Então esse papo de que quem pertence às religiões de raízes africanas estão com a agenda gayzista é papo furado! Até pq são os esquerdistas que forçam uma barra para incluir os negros nessa agendinha mequetrefe. E nem todo o negro é esquerdista, que fique bem claro isso!

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