Notícias

Rodrigo Duterte, o eleito pela Smartmatic que quer a paz com terroristas comunistas

whatsapp-image-2017-03-06-at-09-16-03

Há muita empolgação por parte da direita em relação ao presidente das Filipinas, o advogado e ex-prefeito da cidade de Davao, Rodrigo Duterte. Sua política populista de combate ao narcotráfico em seu país lhe rendeu a imagem de um grande líder para os opositores dessa esquerda que tanto se esforça para defender a liberação das drogas. Há muito ainda sobre Duterte que não sabemos, mas vamos ao que temos até então.

As eleições nas Filipinas têm sido alvo de questionamentos por parte de vários políticos pela ausência de transparência na apuração dos votos. A empresa que administra as urnas eletrônicas no país é uma velha conhecida dos brasileiros, a Smartmatic, a venezuelana criada durante o governo de Hugo Chavez e hoje ligada a grupos globalistas como a Open Society de George Soros (veja em https://tercalivre.com/2016/10/20/homem-de-soros-na-smartimatic-controla-eleicoes-americanas/).

Leia o que vai a seguir. A imprensa brasileira, como sempre, enaltecendo o trabalho de uma empresa de fama duvidosa. http://exame.abril.com.br/negocios/dino/votacao-dos-filipinos-e-transmitida-em-tempo-recorde-na-maior-contagem-eleitoral-eletronica-da-historia-dino89095932131/

Outro ponto curioso é uma das medidas recentes no governo de Duterte, a sua reaproximação com grupos comunistas terroristas banidos do país. Ele tem mantido um diálogo com o presidente do partido comunista filipino e uma das suas últimas ações foi oferecer vários ministérios aos radicais.

Veja o que foi publicado no Correio Braziliense.

Um dos primeiros gestos do político após a apuração foi o de estender a mão à insurgência de extrema esquerda, que há décadas combate nas Filipinas. Na juventude, Duterte chegou a integrar uma organização comunista e, agora, quer iniciar um processo de paz com o grupo, deixando quatro ministérios sob responsabilidade do Partido Comunista Filipino: o do Meio Ambiente e da Natureza, o da Reforma Agrária, o do Bem-Estar Social e o do Trabalho.

A oferta foi bem recebida, e o partido respondeu estar disposto a colaborar em um governo dedicado a um acerto de paz. O fundador da legenda, Jose Maria Siso, há três décadas vive exilado na Europa e, com a vitória de Duterte, anunciou que pretende voltar para casa. O presidente eleito anunciou que sua intenção é “conversar com ele sobre como resolver o problema da insurgência”.

Um acordo entre o governo e os comunistas colocaria fim ao longo conflito que deixou cerca de 40 mil vítimas nas Filipinas e seria um dos mais importantes legados de Duterte à frente da Presidência. “Críticos à iniciativa dizem que isso não será bem-visto pelos militares, que por anos combateram a insurgência, e que poderia desestabilizar o país. Mas os militares também estão cansados dessa situação e têm questões mais urgentes a tratar, como a fronteira com a China e tensões regionais”, defende Arugay.

O estilo de governar de Duterte deve ser analisado com todas as ressalvas possíveis. Quem nos garante afinal que sua política de combate ao narcotráfico, que à primeira vista bate de frente apenas com os pequenos traficantes, não tenha como verdadeiro intuito criar uma nova república narcoterrorista assim como fez Hugo Chavez com a Venezuela?

 

Ver mais

Artigos relacionados

Um Comentário

  1. Fiz um artigo sobre isso ano passado, mas escrevi o fato da Smartmatic nas “notas finais”. Até pensei que foi reblogagem. rs não estou insinuando nada. Mas fico feliz por essa informação estar circulando de um jeito ou de outro, por outras fontes, acopladas a outra e outras.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Close