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Sem provas, denúncia de Patrícia Lélis contra Eduardo Bolsonaro é arquivada

 


O Juizado Especial Criminal de Brasília rejeitou a denúncia de Patrícia Lélis contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), em que ela acusava o parlamentar dos crimes de injúria e ameaça.

Na denúncia, Lélis afirmava que no dia 14/07/2017, Eduardo Bolsonaro teria postado no Facebook que os dois estariam namorando, o que foi negado por ela.

Ainda segundo ela, Eduardo teria encaminhado mensagens de texto pelo Telegran dizendo que “iria acabar com a vida dela e que ela iria se arrepender de ter nascido”, além de ter dito diversas palavras de baixo calão para “denegrir” sua imagem.

No entanto, uma perícia do Instituto de Criminalística da Polícia Civil do Distrito Federal registrou alteração no formato dos dados do Telegram e registrou que o padrão não era usual, atestando que a conversa era uma simulação.

Patrícia Lélis foi procurada para ser intimada, mas não foi encontrada no endereço informado no processo e descobriu-se, o posteriormente, que ela estaria residindo em Washington, nos Estados Unidos.

O titular do 3º Juizado Especial Criminal de Brasília,  ressaltou que Lélis estava ciente de que “o fornecimento incorreto do endereço, assim como sua eventual mudança sem a devida comunicação acarretará o arquivamento do feito por renúncia tácita em juízo”.

“Pelo que dos autos consta, resta inequívoco o desinteresse da suposta vítima na entrega do seu aparelho celular para a realização da perícia, impossibilitando, assim, e como já dito, a continuidade das investigações”, disse ainda o magistrado.

O juiz concluiu não haver justa causa para dar início a uma ação penal contra Eduardo Bolsonaro e determinou o arquivamento do processo.

Sobre o Colunista

Bruna de Pieri

Bruna de Pieri

Jornalista e católica.

7 Comentários

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  • Gostei disso: “uma perícia do Instituto de Criminalística da Polícia Civil do Distrito Federal registrou alteração no formato dos dados do Telegram e registrou que o padrão não era usual, atestando que a conversa era uma simulação.”
    Lembrando de outro caso: é só aplicar a mesma perícia nas mensagens que o Gringovaldo alega serem autênticas do Moro e do Deltan… Se ele — o gringo — tivesse coragem e honestidade suficientes para submeter seu material “fidedigno” a uma perícia isenta.

  • Aí, quando acaba uma treta, o cidadão me cria outra dizendo que vai aceitar ser embaixador nos EUA. É de lascar!

  • Essa, tentou destruir a imagem de um pastor protestante e também do deputado Eduardo Bolsonaro. Não conseguiu e nem irá conseguir. A verdade prevalecerá, sempre. Deus existe!

  • Hoje qualquer denuncia descabida de uma aloprada qualquer, imbuida de mas intenções, e motivo de investigação e inquérito aberto,sem provas verdadeiras, pais do politicamente correto.

  • Agora só resta uma pergunta a falsa denúncia de crime vai ser PUNIDA pela justiça ou por ela ser mulher é vão falar que é machismo?

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