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STF arquiva investigação sobre menções a ministros do STF na delação da JBS

Impunidade gerou revolta nas redes sociais, mas só...

O Supremo Tribunal Federal (STF) continua desafiando o povo brasileiro em sua saga maléfica pela promoção da impunidade.

Em jogo dessa vez, a própria pele dos togados. A presidente STF, ministra Cármen Lúcia, anunciou nessa quinta-feira (21) o arquivamento de uma investigação aberta no ano passado para apurar menções a ministros da Corte em gravações de executivos da JBS.

Numa conversa entregue à Procuradoria-geral da República (PGR), em acordo de delação premiada, o empresário Joesley Batista e o diretor Ricardo Saud falaram sobre possível tentativa de gravarem o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo para que ele “entregar” ministros da Corte.

Segundo o G1, após a revelação da conversa, Cármen Lúcia mandou a Polícia Federal abrir investigação sobre as menções. Nesta quinta, a presidente do STF informou que o relatório final da investigação não apontou nenhum indício de participação de ministros em atos ilícitos.

“Não houve, não há qualquer dúvida que tenha sido extraída de qualquer documento sobre qualquer conduta de qualquer ministro”, afirmou, na abertura da sessão de julgamentos.

Cármen Lúcia determinou a investigação em setembro do ano passado, depois que o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot informou que gravações feitas por Joesley Batista citavam ministros do Supremo.

A decisão do arquivamento gerou revolta nas redes sociais, mas só.

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Fernanda Salles

Jornalista/Repórter

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Um Comentário

  1. O STF apurou sobre as denúncias de que ministros do STF estivessem envolvidos em atos ilícitos. Após a decisão, a presidente do STF concluiu que o STF não participou de atos ilícitos. Brasil, aqui o poste mija no cachorro.

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