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STF revoga direito à privacidade e divulga exames negativos de Bolsonaro para covid-19

 


O presidente Jair Bolsonaro, que já havia afirmado que seus exames para covid-19 tinham sido negativos, teve seu direito à privacidade revogado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) que tornou os documentos públicos.

O resultado, para a decepção da extrema-imprensa, confirmou aquilo que o presidente já vinha repetindo desde março: ele nunca esteve infectado pelo novo vírus chinês.

Os documentos foram divulgados depois que o jornal “O Estado de S. Paulo” entrou na Justiça para pedir o acesso. A Advocacia-Geral da União (AGU) entregou os testes nesta terça-feira (12) ao ministro Ricardo Lewandowski,, conforme noticiou o Terça Livre mais cedo.

Para entender o caso, na sexta-feira passada (8), o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro João Otávio de Noronha, suspendeu a decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) que obrigou o governo federal a apresentar à Justiça os exames. Na decisão, Noronha entendeu que é assegurado ao presidente e a todos os cidadãos a proteção à intimidade.

Mas ontem (11), o Estadão recorreu ao STF e o ministro Ricardo Lewandowski foi escolhido relator do caso. Ignorando o direito à privacidade de Bolsonaro, o ministro tornou os exames públicos.

Os laudos foram registrados com nomes falsos, por questão de segurança, como explicou o presidente em entrevista ao jornalista José Luiz Datena, da Band, em 27 de março. O CPF e a data de nascimento nos papéis são, de fato, de Bolsonaro. Veja:

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