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Suposto vídeo de Doria é falso, diz perícia

 


Uma perícia realizada a pedido da Revista Veja São Paulo pela perita criminal e advogada Roselle Sóglio indica que o vídeo íntimo que viralizou nas redes sociais nos últimos dias foi manipulado para que o rosto do candidato ao governo pelo PSDB, João Doria, aparecesse.

De acordo com a especialista, ao analisar as imagens é possível perceber que se trata de uma montagem. “Ele parece artificial, não esbanja nenhuma reação e fica estático na maior parte do tempo, o que não seria o caso num momento como aquele”, explica.

Ela indica que detalhes como a iluminação do vídeo, que esconde o rosto da pessoa, ajudam a comprovar que ele foi gravado com o propósito de ser manipulado.  “O cenário foi montado de forma a colaborar com as alterações digitais que seriam realizadas depois”, revela.

Informações: Yahoo Finanças

Sobre o Colunista

Fernanda Salles

Fernanda Salles

Jornalista/Repórter

4 Comentários

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  • O vídeo talvez seja falso, mas a resposta do Dória com a mulher não foi convincente. Ele não disse onde estava no dia 11 de outubro àquela hora. Tampouco mostrou firmeza sobre não ser esse perfil de homem que aparece na gravação. A fisionomia da esposa também não ajuda. Pelo contrário: mostra desconforto e suspeita.

  • ou vc tem uma forte evidência/prova para acusar alguém de algo, e aí sim, a pessoa terá que provar sua inocência, caso contrário quem comete crime é o falso acusador, que nesse caso do vídeo nem seria um crime…

  • De acordo com o comentário do “Pedro” de 24 de outubro às 20:13, além do vídeo ser provado falso o cara ainda tem que expor toda sua vida para provar sua inocência.
    Não sou advogado, tampouco jurista, mas gostaria de lembrá-lo sobre um princípio Constitucional chamado “Presunção da Inocência”. Este princípio “normatiza” que uma pessoa somente será considerada culpada após sentença penal condenatória. Uma vez que o suposto vídeo não traria ao candidato alguma pena, pois ainda que verdadeiro ele não estaria cometendo “crime”, todavia o objetivo do vídeo já foi alcançado: ferir sua imagem, ferir sua honra e pior, colocar em cheque sua vida privada e familiar. Acredito que, neste momento, toda sua família está sensibilizada e ferida com essa covardia. Imagine-se no lugar do candidato: ter que explicar para sua mulher que não é o cara do vídeo, provar para seus filhos que não traiu a mãe deles, explicar para pais, irmãos, cunhados e sogros que isso é “montagem”. O estrago já foi feito de forma covarde e vil.
    Isto posto, a análise pericial, que comprova a falsidade do vídeo, além de mostrar o jogo sujo dos partidos de esquerda, que estão dispostos a tudo para não perder o poder (ou para ganhá-lo, no caso do Governo de São Paulo), apenas contribuiu para reforçar que estamos em uma guerra de “vale-tudo” e que no “salve-se quem puder” irá vencer o que adotar as estratégias mais honrosas.
    Na verdade eu não sou nem Márcio França e nem Dória. O primeiro por razões óbvias e o segundo pelo fato de não ter cumprido a promessa de permanecer os quatro anos na prefeitura de São Paulo. No entanto esse tipo de ação leva indecisos, como eu, a repensar o já decidido voto nulo, tendendo a votar naquele que é alvo de investidas covardes e mentirosas.

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