Todo o apoio a Roberto Alvim – Funarte



Dramaturgo perseguido pela esquerda pode assumir a presidência da Funarte no próximos dias

Por Guilherme Galvão Villani

Os melhores conservadores que conheço são aqueles que tiveram contato com as entranhas da patota comunista, sempre travestida de “progressismo”.

Ao saírem da “caverna de platão”, são pessoas transformadas de dentro para fora, com a força e eloquência necessária para enfrentar a doutrinação tóxica do marxismo cultural.

A história de Roberto Alvim, um premiado dramaturgo, é impactante. A beira da morte, recebeu uma benção divina que alterou radicalmente sua rota de auto-destruição.

Convertido ao cristianismo e aos princípios conservadores depois de uma intervenção divina, Roberto Alvim é sem dúvida alguém que pode chacoalhar as estruturas intoxicadas da Fundação Nacional de Artes – Funarte.

Entenda o que ele está passando como Diretor da Funarte, cargo que ocupa atualmente.

Não esmoreça Roberto. Nos momentos difíceis lembre-se do que G.K. Chesterton passou e o legado que deixou, no campo da dramaturgia, literatura e filosofia.

Ao ser insultado, lembre-se de David Horowitz e sua implacável defesa das bases da nossa civilização.

Boa sorte na (possível) nova jornada. Tem todo o apoio deste site e colunista.

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Porque da maioria da imprensa tradicional e classe artística você receberá apenas pedradas.

Sobre o Colunista

Guilherme Galvão Villani

Guilherme Galvão Villani

Mariliense. Gosto pela Administração, Contabilidade e Finanças. Atua em Mercados de Capitais. Agente Autônomo de Investimentos.

8 Comentários

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  • Vergonhoso o papelão dos artistas e produtores ontem no STF, denunciando histericamente uma censura às artes, que não existe, quando sabemos que o que está em jogo é o direcionamento do dinheiro do governo para financiar projetos falidos na origem, de nenhum interesse para a população e que visam apenas beneficiar grupos de artistas privilegiados. Resumindo, estavam lá chorando pela teta que secou, mas como não podem ser explícitos, ficam com essa conversinha de censura. Se dependessem do que tem a oferecer como ¨arte¨, ficariam às moscas, com raríssimas exceções. Quero ver sobreviverem das suas ¨artes¨ sem o dinheiro fácil do governo. Não enganam mais ninguém.
    Seja firme Roberto Alvim, ajude a trazer um pouco de qualidade às artes e não essa imundície ideológica que tem sido vomitada ao povo brasileiro durante décadas.

  • Quando vocês se derem conta do charlatão que é Roberto Alvim (não é a primeira vez que ele finge ser algo além de um dramaturgo egoísta e cocainômano para conseguir espacinho a no poder) irão amargar o dia que foram feito de palhaços.

  • Ele tem todo meu apoio. Esta tal Fernanda Montenegro não passa de mais uma parasita que quer dinheirinho do governo para apresentar suas porcarias que chama de cultura.

  • A Burrice
    Viver não é necessário, criar é necessário diz o imortal poeta Fernando Pessoa, parafraseando os antigos ao vaticinarem que viver não era necessário, navegar sim, isto é, abandonar o solo pátrio e a mesmice, partir de peito aberto à descoberta do novo e do desconhecido, à descoberta do mundo e do homem (Conhece-te a ti mesmo, ensina Sócrates), algo só possível por meio da imaginação criadora que a esmagadora maioria da população do planeta normalmente sufoca graças à sua patológica insegurança existencial cujo verdadeiro nome é burrice. O mal não pode nem deve ser vivido no cotidiano social, apenas representado em arte (isso a que chamamos vida é o que se representa no palco e não o que vivemos cá fora, nos ensina Nelson Rodrigues), mas para criarmos o humano como Pessoa exige nós enfrentamos o nosso pior inimigo que a burrice é, profano que do alto de sua absoluta nudez criadora afirma ser o homem um animal produtor e pensante. Falso! O homem é um andrógino amoroso criador de humanidade, garantia de nossa plena liberdade. Só traçando o itinerário da burrice nos derradeiros séculos a conhecemos de fato.
    Na Idade Média a burrice apresentou-se como peste bubônica ou peste negra que matou cerca de 200 milhões de pessoas. Alguns séculos depois a ela somou-se a lepra que liquidou centenas de milhares de indivíduos. No século 19 alastrou-se a sífilis que fez enorme quantidade de vítimas. Por fim, no século 20 cresceu o câncer e surgiu a aids e o ebola, pandemias que continuam matando gente. Metaforicamente falando, a burrice é o casamento mais que perfeito de peste bubônica, lepra, sífilis, câncer, aids e ebola manifestando cabalmente a ojeriza que temos do ato criador do humano, crime hediondo de lesa divindade e de lesa humanidade.
    Sem dúvida alguma, Roberto Alvim se enquadra em todas essas opções.

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Alexandre PachecoAlexandre Pacheco

Alexandre Pacheco é Professor de Direito na FGV, Advogado, Palestra...

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Católica, produtora, doutora em artes da cena, professora e aikidoista.

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Advogado, professor de Direito Constitucional e Eleitoral para concu...

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