Vídeo de preso sacaneando audiência de custódia viraliza nas redes sociais

audiencia de custódia


Um vídeo no qual um homem preso pela polícia se auto-mutila para manipular audiência de custódia foi postado ontem (6/1) nas redes sociais e viralizou rapidamente.

A audiência de custódia é um dos temas que devem ser revistos na política de segurança pública em breve.

Na gravação é possível ouvir uma mulher cúmplice dizendo que os machucados que o homem fez a si mesmo, serão usados como acusações contra os policiais. O policial que grava ainda diz algumas vez: “Senhora, está gravado!“.

Sobre o Colunista

Ricardo Roveran

Ricardo Roveran

Estudante de artes, filosofia e ciências. Jornalista, crítico de arte e escritor. Escrevo por amor e nas horas vagas salvo o mundo.

Twitter: @RicardoRoveran

9 Comentários

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  • Pelo que sei, nos bons tempo de 40 ou 50 anos atras, quando policiais pegavam um bandido eles aplicavam-lhe uma surra diante dos cidadãos que aprovavam inteiramente a surra.

    Aí os “bonzinhos” e “maravilhosos” reclamam que a polícia não pode bater em facínoras que agridem, ferem e matam INOCENTES.

    Ou seja, só inocentes podem ser molestados por facínoras sem o repúdio dos “bonzinhos”.

    Afinal a PROPAGANDA da moral do politicamente correto parece convencer os inseguros e recalcados ansiosos por reconhecimento público (reconhecimento publicado), ou aprovação ostensiva de alguns barulhentos (midia), que exibirem-se afinados com o politicamente correto os valoriza ou até os faz “superiores” aos “MALVADÕES” que mais prezam a JUSTIÇA do que a “BONDADE”.

    Eu digo:
    FAZ MAIS O BEM UM HONESTO MALVADO DO QUE UM BONZINHO SAFADO!

  • .
    A prova cabal de que o Estado é apenas uma ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA para EXPLORAR POPULAÇÕES é o fato de negligenciar até mesmo sua mais precipua função, a que mais o justificaria além da moderna idéia de que o Estado seja uma organização para a caridade.

    A idéia que mais involuntariamente ocupa a mente dos súditos ou servos do Estado é sua utilidade para a SEGURANÇA. A propaganda do Estado como organização eneficente veio justamente para tentar agregar-lhe mais uma justificativa, apelando para a CORRUPÇÃO DIRETA dos pretensos beneficiados que formam a maioria: os pobres.

    É fundamental para o Estado um “exército” de pobres prontos a apoiar o poder totalitário na expectativa de obter algumas esmolas: OS POBRES SÃO BARATINHOS e sempre se encontram em promoção.

    …mas VOLTANDO a PROVA CABAL:

    – PRENDER BANDIDOS implica em CUSTO para a SÚCIA ERSTATAL. Já que presídios e a manutenção da segurança e dos presos custa caro e assim SOBRA MENOS para a SÚCIA estatal se locupletar ou comprar mais pobres com esmolas e juras de amor.

    Ao Estado NÃO INTERESSA a segurança da população (detesto a palavra “povo”), pois que esta lhe é dispendiosa e não traz ganhos políticos ou fiéis militantes.

    ao contrário, quanto mais o Estado (súcia expropriante) deixa livres os bandidos mais estes e seus agregados e cumplices simpatizam com o Estado.

    A segurança para a ALTA CÚPULA estatal (ou SÚCIA SOBERANA) lhes é garantida pela força policial a eles dedicada e para eles privatizada. Há mesmo um “contrato” implícito entre autoridades estatais e criminosos que, com eles simpatizando, tendem a poupa-los.

    Não se tem notica de casos de autoridades molestadas por criminosos profissionais.

    Eis aí o Estado:
    Reprimir e prender bandidos, a quem solidarizam-se por certo corporativismo, não é algo que preocupe a SÚCIA SOBERANA que vive de explorar populações. Afinal estariam gastando recursos com presídios e manutenção. Recursos que preferem gastar consigo mesmos em diárias, “auxilios”, salários e viagens turisticas para “aprimoramento profissional” …além, é claro, da CORRUPÇÃO que os ceva.

  • Esses animais não são vítimas da sociedade, a sociedade é que é vítima deles. Quem defende bandido é porque faz parte da quadrilha.

    “Direitos humanos é para os humanos, não para os manos.”

  • Se fosse eu prendia aquela que está acusando os Políciais de terem agredido o preso. Tá tudo filmado, inclusive o crime de calúnia cometido por ela.

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Alexandre Pacheco é Professor de Direito na FGV, Advogado, Palestra...

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