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VOLUNTÁRIA PRÓ-VIDA RELATA O PÉSSIMO ATENDIMENTO EM MATERNIDADES DO RJ

Dóris Hipólito, voluntária pró-vida do Rio de Janeiro, relatou em seu Facebook dois casos ocorridos em maternidades locais. No primeiro caso, a parturiente permaneceu 24 horas sendo forçada ao parto normal, mesmo pedindo cesárea. Foi descoberto pela família que os hospitais ganham bonificação por quantidade de partos normais. Em outro caso, a parturiente, com contrações e sem dilatação, foi obrigada a permanecer com um “estagiário de psicologia”, em momentos de dor extrema e tendo sido mantida com pouca roupa diante do estagiário, em uma cadeira embaixo de um chuveiro, num local sem porta e sem privacidade nenhuma. É esta a humanização preconizada pelo SUS?

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Dóris Hipólito, voluntária pró-vida do Rio de Janeiro
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